Não adianta tirar ao caos sem entender que a paz, bem-estar e a ordem, são efeitos da reeducação do cidadão, é todo um processo de comportamento relacionado com o comprimento e o respeito não apenas de órgãos públicos e privados mais também uma relação com os comerciantes, empreendedores, a própria população com o processo de higienização das ruas.
Com os avanços tecnológicos, a desvalorização dos campos agrícolas, perda dos artesãos, pelo processo manufaturado, acabou-se sendo quase extinto todo, foi uma troca nisso o setor agrícola não perdeu muito apenas modernizou, porém muitos trabalhadores tiveram que deixa de lado especialidades pelas máquinas, enfim essas pessoas atualmente agregam outras funções na sociedade.
Tem-se então uma população rica em conhecimentos, porém com dificuldade de melhor expressão, já que a própria população coloca, como forma “quem faz mais, quem pode mais”, ou seja o marketing e a publicidade, acabam se responsabilizando pelo o excesso de outdoors, folders, placas, totens, pichações, adesivos, poluição sonora, são séries de conteúdos que fazem as pessoas perderem a noção do valor do bem que no caso é o edifício, o atropelam, esquecem de sua história, destroem todo um processo de conhecimento enriquecedor e aplicam em cima dos edifícios placas, tampando totalmente suas fachadas.
O lado consciente de um cidadão que preserva, onde mora pela história e por saber que se não for mantido perderá o valor e também sua personalidade , porém a sensação marginalizada das pessoas de classe baixa, transforma a insegurança que por sua vez tira a vontade e o desejo de preservação.
Segundo os psicólogos afirmam que os prejuízos não se restringem a questão material e também na saúde mental dos usuários, na medida em que sobrecarrega o indivíduo de informações desnecessárias.
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