quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Saber esperar...

Me sinto irritada quando falo : "Só um minuto!" e a pessoa se estressa... e fato o que ela quer, mimada que precisa tudo na mão... não sabe levantar pra fazer nada????... o que ela quer?? Fala, você é errado mais não vê seus erros, desculpe mais já pensou que não sou criança... e ainda me trata como se fosse , gostaria que le-se este post, porque é direcionado pra você que me tira as vezes o controle ... certo eu ajudo nisso mais gostaria que me deixa-se espaço... possível???! Não sou igual e nem quero ser aos outros e outras ... entende?!... consegue ver o que eu não vejo mais.... consegue imaginar aquilo que eu quero e não o que você impõe... pense bem... uma hora me lastro, saiu em direção aonde você não chegue... consegue ver??! Sim, sou individualista, preciso disso e vivo disso!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PatchWork


A tradução literal de patchwork é "trabalho com retalho". É uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. O patchwork é a parte superior ou topo do trabalho, já o trabalho completo é o acolchoado, formado pelo topo mais a manta acrílica e o tecido fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como quilting ou acolchoamento.

História

Existem registros históricos de que o homem faz acolchoados desde que aprendeu a tecer. No século IX a.C., os faraós já usavam roupas com técnicas similares. Existe uma versão de que esta técnica foi levada por comerciantes para o antigo Oriente, depois viajou para a atual Alemanha, até que chegou à Inglaterra no século XI, sendo utilizada para fazer tapetes e túnicas clericais. Mas os primeiros tapetes e acolchoados surgiram somente no século XVI, época de Henrique VIII, e costumavam ser presentes de casamento muito admirados. Os cavaleiros da Idade Média também usavam acolchoados como proteção, embaixo da armadura de metal.
Em meados do século XVII, a arte de quiltar chegou às Américas, mais especificamente aos Estados Unidos e Canadá. Trazida pelos colonizadores, era comum ver colchas feitas de linho ou lã, em panos inteiros ou a partir de medalhões centrais e bordas, que permitiam o aproveitamento total de retalhos, já que tecidos eram considerados preciosidade, assim como linhas e agulhas (que eram passadas de mãe para filha). As técnicas eram transmitidas pelas mães e avós para suas descendentes, assim surgiram muitas tradições relacionadas a tecidos, cores e desenhos. Uma tradição de meados de 1800 pedia que a moça fizesse doze colchas antes de poder casar, sendo que a última deveria utilizar os blocos Double Wedding Ring (dois anéis de casamento entrelaçados).
Durante a Guerra da Independência dos EUA, apareceram muitas colchas com motivos patrióticos e símbolos relacionados à revolução. A partir de 1795, apareceram os blocos de patchwork e as bordas "despedaçadas", mas ainda em torno de um medalhão central. Em1800, no início da época dos pioneiros, surgiram os blocos Nine Patch (nove retalhos) e Grandmother's Basket (cesta da vovó). Em1806, começaram a trabalhar as colchas totalmente em blocos, no que passou a ser conhecido como padrão de cadeia irlandesa.
Em 1851, a invenção da máquina de costura caseira foi patenteada, o que trouxe muitas novidades. Com isso, apareceram mais blocos, como Dresden Plate (prato de Dresden ou margarida), Texas Star (estrela do Texas), Grandmother's Flowers Garden (jardim das flores da vovó), Bear's Paw (pata de urso), Schoolhouse (escola) e muitos mais. A agilidade na execução aumentou e começaram a surgir revistas especializadas em moldes e padrões.
O estouro da Bolsa de Valores dos Estados Unidos causou a Grande Depressão, que durou de 1929 a 1939, fazendo com que as quilteiras precisassem aproveitar todo e qualquer tecido disponível, usando formatos como o Apple Core (miolo de maçã) e os triângulos, que permitiam aproveitamento total dos tecidos. Nessa época surgiram os equipamentos para aplicação e a bonequinha Sunbonnet Sue (Sue com chapéu de sol).

Desde então, houve o crescimento no interesse por essa arte. Nos Estados Unidos, é um mercado que movimenta mais de dois bilhões de dólares estadunidenses. Encontram-se quilteiras no mundo inteiro, incluindo o Brasil, Japão, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca e muitos outros países.A revolução trazida pela Segunda Guerra Mundial e pela liberação feminina, na década de 1960, desvalorizaram um pouco a tradição do patchwork. Porém, em 1979, a empresa Olfa lançou um sistema inventado pelo Sr. Y. Okada, que utilizava um cortador rotatório, uma placa de base (para não deixar a lâmina perder o fio) e réguas com marcações, permitindo corte mais rápido e com precisão. Era para facilitar o corte da seda, mas adaptava-se tanto ao patchwork, que revolucionou e agilizou o mundo do patchwork.

Grandes indústrias têxteis desenvolvem anualmente tecidos especiais para o patchwork, assim como existem revistas, materiais e ferramentas que visam facilitar o trabalho. Os festivais promovem cada vez mais esta arte, que também pode ser considerada uma excelente diversão.
A cor é o elemento que mais chama a atenção numa peça de patchwork. O conhecimento da cor é uma boa base para obter ótimos resultados. Saber combinar as cores e os tons e conseguir uma harmonia entre eles, é um grande passo para quem deseja fazer um bom trabalho em patchwork.











sábado, 22 de janeiro de 2011

Pipoca! Quem não gosta?!



HISTÓRIA



A pipoca surgiu na América há mais de mil anos. Os primeiros europeus que chegaram ao continente descreveram a pipoca, desconhecida para eles, como um salgado à base de milho usado pelos índios tanto como alimento quanto como enfeite para o cabelo. Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos. Sabe-se, porém, que inicialmente os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, eles passaram a colocar só os grãos sobre as brasas - até inventarem um método mais sofisticado: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente.
A pipoca já era vendida em feiras e parques nos Estados Unidos no século XIX. No fim desse período, surgiram os primeiros cinemas americanos, e, com eles, vieram os ambulantes e seus carrinhos com pipoca e guloseimas, mistura de pipoca, amendoim e açúcar queimado. No começo, os donos dos cinemas torciam o nariz e achavam que a pipoca distraía os espectadores dos filmes.
Durante a Grande Depressão, a pipoca era relativamente barato e se tornou popular. Assim, o negócio da pipoca prosperou e se tornou uma fonte de renda para alguns agricultores em dificuldades

OBJETOS 




RECEITAS DE PIPOCA DOCE
Pipoca muitas pessoas adoram ainda mais tem muitas dificuldades em preparar na maioria das vezes não sabem o ponto ideal e acabam queimando tudo e desperdiçando,apesar de ser uma receita barata muitas pessoas comercializa este produto que as vezes é o ganha pão de cada um,existem varias maneiras de preparar a sua pipoca seja salgada ou doce,uma boa opção para fazer para as suas crianças que vai gostar muito desta receita ainda mais se for pipoca doce.
Sem duvida se você provar uma vez não vai parar de comer  e vai estar sempre fazendo esta receita que é muito rápido e simples de fazer as pipocas geralmente são comercializadas em época de festas juninas se caso estiver com dificuldade de preparar vai ter esta opção de comer nesta festa.



Ingredientes:


5 colheres de sopa de óleo;
5 colheres de sopa de milho para pipoca;
5 colheres de sopa de açúcar;
3 colheres de sopa de água;
1 colher de sopa de chocolate em pó.
Modo de Preparo:
Coloque todos os ingredientes em uma panela.
Leve ao fogo baixo ou médio, mexendo sempre devagar. A pipoca irá demorar um pouco mais do que a tradicional para começar a estourar. Desligue o fogo assim quem o intervalo entre os estouros da pipoca tenham diminuído. É só retirar e colocar em uma vasilha que ela está pronta para o filme.




quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Substituições Pessoais

Porque nos distraímos tanto com as pessoas ?! Seria de fato uma carência ou fuga na expectativa de analisar outras pessoas com desejo, vontade ou admiração .... as pessoas sentem vontade e desejos de conhecer outros alguém porque .... querem compartilhar e se sentem intrigados pela beleza do outro, por mais que seja física a beleza, quanto o feio chamam atenção, magnetizam nossos olhares por instantes.... nos calamos e até penetramos um ar de dúvida e descoberta do novo... até que o velho se irrita com o que há de novo... porque??

Cíúmes, inveja, medo??? O que levam as pessoas a se sentirem estranhas perante ao "novo" é que o novo atrai e conquista rapidamente aquilo que de fato não lhe pertence e é óbvio que sempre queremos e queremos mais e mais do nosso lado, mesmo que seja mentira ou seja passagem abusamos dos outros por mero interesse, de fato todos queremos ser adulados e quando o novo chega sentimos necessidade de agradar aquilo que nunca agradamos só pelo fato de não "perder o que nunca lhe pertenceu" ....

Sabe o que é mais engraçado, quando surge a novidade ficamos na disputa e sabemos que se há verdade no que passamos ninguém ou alguém vão nos esquecer, pessoas são insubstituíveis até o ponto que elas se tornam meias verdades, mentem, enganam ou finguem gostar, entende o porque o novo agrada... porque ninguém é obrigado a passar a vida inteira adulando alguém que nunca lhe deu espaço de verdade... somos assim e vamos morrer assim... até acharmos alguém ou alguma coisa que nos mova há outro caminho... devemos sempre libertar os presos, para nos libertarmos de nossa angústia pessoal o "ego" rs....

Somos egocentrismo, somos sim até o aprendermos ser humilde, humano e sensato, mais isto se vem com maturidade, aprendizagem, não significa que precisa ter mais idade para se alcançar tal estima, é preciso ter vontade  de mudar de ver com outros olhos as pessoas, são delas e com elas que fazemos muita coisa acontecer, como nossa experiência vem por elas de uma forma ou outra são elas que nos movem e é claro não devemos deixar de lado nossas verdades, nossos motivos de as vezes dizer não pra alguém é porque não queremos, não é a hora e nem o momento de nos envolvermos!



terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Frases de Clarice Lispector

" Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."


"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."



"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo."


"Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. 
Sou irritável e firo facilmente. 
Também sou muito calmo e perdôo logo. 
Não esqueço nunca. 
Mas há poucas coisas de que eu me lembre."

"...Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo."

"...estou procurando, estou procurando. Estou tentando me entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda."

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente "

 "Sou uma filha da natureza:
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo."

" O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão."

" "Eu te odeio", disse ela para um homem cujo crime único era o de não amá-la. "Eu te odeio", disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia. Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?"

"É curioso não saber dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo"

"Agora preciso de tua mão, 
não para que eu não tenha medo, 
mas para que tu não tenhas medo. 
Sei que acreditar em tudo isso será, 
no começo, a tua grande solidão. 
Mas chegará o instante em que me darás a mão, 
não mais por solidão, mas como eu agora: 
Por amor."

"Estou com saudade de mim. Ando pouco recolhida, atendendo demais ao telefone, escrevo depressa, vivo depressa. Onde está eu?
Preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim -enfim, mas que medo - de mim mesma."


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Somos Grande

Há pouco tempo atrás, pensei que a vida ela era um sobressair do ato de pensar, mais descobri que a vida nos coloca provas de AÇÕES e com as REAÇÕES entendemos o que buscamos e a forma de como nos comportamos perante a situações frustrantes e desafiadoras. Alguns culpam Deus, pelos acontecimentos de nosso destino, outros culpam a política insensata, outros culpam terceiros por falta de assumir responsabilidades e esquecem que vivemos a todo instante de provas de passagens e transformações para mudanças futuras.

Somos fortes, porque a cada momento que passamos, aprendemos algo, não que tenha relação com maturidade seja imediata, mais o reconhecimento de um erro, de um fato nos leva a crer que somos e viemos para superar obstáculos que nem nos demos conta ainda. Buscar a diferença nem sempre é fácil, nem sempre é o que esperamos, mais entender o porque e a função das coisas é a maneira mais rápida de valorizar o que temos, somos e aprendemos.

Dividir sentimentos, conhecimentos e vivencias é a superação e a identificação do que somos e o porque de um ser Individualista se importar tanto com o vínculo Social, não vivemos sozinhos e nem se é sozinho que se abre ou nos tranforma Grandes, são as pessoas, elas com quem vivemos  são as culpadas e cúmplices de nosso crescimento de nossa busca, podemos sim morrer sozinhos mais são delas e por elas que morremos vivos.


Não se feche achando que, tudo é porque alguém é culpado, ninguém tem culpa do que está e faz parte de nosso destino, acorde nem sempre teremos tempo de reconhecer os verdadeiros valores...


sábado, 15 de janeiro de 2011

Livros de Arquitetura, Urbanismo, Decoração e Engenharia que se deve ter

Alguns livros admiráveis que todo estudante, profissional da área ou um simples admirador devem ter em suas casas, escritórios ou ambientes de convivência...





















11963
































Arca


"A Arca", como foi designada, é uma estrutura em forma de concha que pode resistir a qualquer catástrofe natural - terramotos, maremotos, furacões - e tem a capacidade de abrigar 10 mil pessoas, em terra ou no mar. Quem o diz é Alexander Remizov, o arquiteto responsável pelo projeto.

Em parceria com a empresa alemã Remistudio, Remizov concebeu este original prédio autossustentável - com um sistema próprio de abastecimento de água, painéis solares e um gerador de energia eólica, os eventuais habitantes teriam todas as condições para produzirem os seus próprios alimentos.

Para o arquiteto russo, a estrutura assente sobretudo em arcos de madeira e cabos de aço pode ter inúmeras utilizações: não só poderá ser um eficiente abrigo em caso de catástrofe, como também pode servir como unidade hoteleira ou, até, de escritórios, conta ao canal norte-americano CNN. 

Conheça "A Arca" em mais pormenor no vídeo em baixo.


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011