segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Sem sentido, apenas!

Quantos sonhos são deixados no chão por erros e falhas... enquanto isto rimos do passado pensando no futuro distante de verdades... se mate na ilusão dos coelhos, a fome passou meu bem! Talvez a xícara seja de mel e os olhos de fogo, aqueles que não veem são falhas de um presente perdido nas ruas de quem viu e vê sem saber do que é o certo...
Se jogue da ponte, esta tarde, não tem hora pra ser covarde, nem pra chorar, só se jogue...morra de vergonha dos fracos que fogem pro lado oposto do medo, quem vive dele consegue nada, então se jogue, não perca tempo a consciência pesa né?! Melhor correr a ampulheta já rodou e você não viu... esta tarde e os colhes correm a sua frente e você não enxerga... cadê os olhos de fogo pra queimar o medo dos covardes, tenho pena dos cegos, falhas e vergonhas, coma gente com doce mel e estampe a fome da terra... cuspa...

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