Ilusionismo (também chamado magia ou prestidigitação) é a arte cénica de entreter e sugestionar uma audiência criando ilusões
que confundem e surpreendem, geralmente por darem a impressão de que
algo impossível aconteceu, como se o executante tivesse poderes
sobrenaturais. No entanto, esta ilusão da magia é criada totalmente por
meios naturais. Os praticantes desta actividade designam-se mágicos ou ilusionistas.
A arte da prestidigitação é baseada fundamentalmente na presteza dos
dedos do mágico em manipular os equipamentos e acessórios usados nos
truques.
As ilusões mais conhecidas envolvem aparecimentos e desaparecimentos,
transformações, uniões, leitura da mente, desafios às leis físicas e
lógicas, e tudo o que desafia a explicação racional.
Os artifícios do ilusionismo existem desde o princípio dos tempos, utilizando, por exemplo, o xamanismo
para demonstrar a condição de feiticeiro. No entanto, a profissão de
ilusionista ganhou prestígio durante o século XVIII, e foi passando por
diversas modas até se converter numa das formas mais populares de
entretenimento.
O ilusionismo moderno deve grande parte das suas origens a Jean Eugène Robert-Houdin, relojoeiro, que abriu um teatro de magia em Paris na década de 1840.
Um dos mais famosos praticantes desta arte foi Houdini
o "Rei das Fugas", que morreu devido a um ataque súbito de um boxeador,
incrédulo acerca da resistência física do Mágico, que afirmava ser
capaz de levar um soco forte no estômago e não sentiria dor ou sofreria
sequer consequências. O rapaz desferiu-lhe o socou antes que Harry
Houdini estivesse preparado, ocasionando um problema interno que veio a
causar a morte de Harry Houdini dias depois, na noite de 31 de Outubro.
Ao final do século XX, o Grande-Ilusionismo voltou a estar no auge pela mão de diversos executantes, como Doug Henning primeiro, e depois por seu pupilo David Copperfield através de programas televisivos, espectáculos na Broadway, e digressões mundiais.
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