quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Rabiscos!


Talvez, um dia possamos ver o mundo de forma abstrata, onde ninguém possa notar as entrelinhas como nós, que vemos de cores diferentes aquele aspecto cinza e nublado que chamamos cotidiano que mata cada dia um pouco mais da inocência interior. Vejo olhos perdidos, focados pra outro lado, o lado que ninguém vê, lá está o egoísmo dos injustos, egoísmo que todos temos, ao certo seria porque nascemos sozinhos então pensamos sozinhos!
Assim somos vítimas de olhos vendados pela imaginação empobrecida, por poucos que pregam um estilo, uma arte, uma voz que berra as discórdias em nuvens quebradas por crianças que não sabem brincar. Velhos sapatos que nem usamos talvez seja o porque guardar, lembranças? ou simplesmente o apego e a obsessão de algo que nos pertence, não somos barganha nem nada, o material sim ele sim é, mais pessoas não são, somos espíritos, carne feita pra sentir e entender, quem não entende não é digno de compreensão apenas lamento, lamento pelo tempo perdido, pelas frases ditas e pela confiança depositada há alguém que não soube interpretar nossos medos e receios, isto é balela de certa forma!
Nem sempre somos certos e nem sempre temos razão só queremos uma pequena atenção já que o mundo egoísta pensa em si porque devemos pensar nos outros, talvez a loucura é escrever em vez de falar, falar ao invés de escrever, o que importa nem sempre é expor guarde, reflita nem todos os sonhos são doces, para pegarmos a qualquer hora, ainda somos crianças perdidas, com fome de prazer, que sacia os nossos olhos...


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